O presidente Pedrinho, do Vasco, sofreu uma suspensão de 15 dias por conta da confusão após o jogo diante do Cruzeiro, pelo Brasileirão, como informa o ‘ge’. O dirigente havia sido absolvido, mas o STJD recorreu da decisão, gerando questionamentos da defesa cruzmaltina.
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Na quinta-feira passada, o tribunal havia dado apenas uma advertência à Pedrinho por conta dos episódios, que ocorreram no túnel que dá acesso aos vestiários. A Procuradoria, no entanto, considera que as reclamações ultrapassaram o limite, “atribuindo postura tendenciosa” ao árbitro Lucas Torezim.
Sendo assim, o relator do caso votou pela punição no artigo 258, que tem como punição 15 dias de suspensão. A decisão foi unânime, com todos os auditores acompanhando o voto do relator.
Durante o período de defesa, o advogado do Vasco fez ponderações com relação ao tempo para formular a defesa, uma vez que o recurso chegou na sexta-feira após as 22h. Além disso, o profissional também utilizou o depoimento do árbitro, em que relatava não se sentir ofendido por Pedrinho.
Outros profissionais do Gigante da Colina também estiveram sob julgamento na última quinta-feira, como, por exemplo, Felipe Loureiro e Glauber Rocha, que receberam apenas advertência na ocasião. O volante Barros, expulso no mesmo jogo em que Pedrinho se envolveu na confusão, recebeu suspensão de um jogo, mas já havia cumprido a pena.
Pressão cresce e Pedrinho e Renato fazem cobrança dura após derrota

Em paralelo a este momento conturbado que o clube vive fora de campo, os resultados também pararam de aparecer. Após um início avassalador de Renato Gaúcho, vencendo Palmeiras e Fluminense, o Vasco vem acumulando resultados ruins, sendo o último a derrota para o Audax Italiano, na última terça-feira.
Nesta partida, especificamente, polêmicas de arbitragem quase que justificam o desempenho da equipe, afinal, o cruzmaltino teve dois atletas expulsos de maneira injusta. Primeiro, o volante JP, que sofreu falta do atleta chileno e recebeu o cartão amarelo no lance, gerando revolta na torcida presente.
Ainda assim os cariocas foram guerreiros e chegaram a abrir o placar, com Brenner, na primeira etapa, mas o pior estava por vir. Após um contra-ataque mal aproveitado pelo clube brasileiro, o Audax foi letal e empatou o confronto na metade da segunda etapa.
Já aos 35 minutos do segundo tempo, Cuesta fez um pênalti infantil e, de maneira surpreendente, foi expulso no mesmo lance. A situação, que só seria justificada em caso de agressão, pela regra, jogou a pá de cal na equipe, que pouco produzia naquele momento, trazendo a virada na cobrança da penalidade.
A situação gerou confusão no estádio, com torcedores entrando em confronto entre si e com a polícia. De acordo com informações de quem estava presente, a situação começou com um copo de cerveja atirado para cima.
No vestiário, festa dos visitantes, enquanto os mandantes ouviam uma cobrança acalorada por parte de Renato Gaúcho e Pedrinho. Na saída para a zona mista, Hugo Moura teceu fortes críticas ao árbitro, enquanto Spinelli foi mais ponderado nas palavras.
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