Dorival valoriza vitória da Seleção e destaca quebra de jejum

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Dorival valoriza vitória da Seleção e destaca quebra de jejum
Dorival Jr., treinador da Seleção Brasileira (Rafael Ribeiro/CBF)
Dorival Jr., treinador da Seleção Brasileira (Rafael Ribeiro/CBF)

Treinador da Seleção Brasileira, Dorival Jr. cedeu entrevista coletiva após a vitória do Brasil diante do Equador, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, e comentou sobre a vitória da “canarinho”, assim como destacou a importância da quebra do jejum de vitórias que o time vivia anteriormente.

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Vencer, com certeza, era o foco. Mesmo assim, não faltaram pautas para Dorival Júnior abordar durante a entrevista coletiva que cedeu após o jogo. A estreia em eliminatórias ostentava um contexto pesado para o recentemente contratado treinador da Seleção Brasileira, o de um jejum de vitórias na competição.

“Não podemos nos esquecer do que vinha acontecendo. Às vezes, esquecemos de algumas coisas, mas para que a gente relembre: vínhamos de quatro resultados negativos nas eliminatórias. Enfrentamos uma equipe que foi batida apenas uma vez na competição, justamente para a Argentina na Argentina por 1 a 0. Uma equipe que fez uma boa Copa América e que foi batida nas penalidades para uma equipe campeã.”

O treinador também destrinchou a escassez de alterações no time durante a partida, justificando a postura comedida nas trocas da seguinte forma:

“As pessoas têm que ter a consciência da situação que estamos, da montagem da equipe, da situação que estamos. Do primeiro tempo que fizemos, buscamos o resultado. Fizemos alterações no segundo tempo para manter o que construímos. Não fizemos alterações para guardar o resultado, queríamos mais, mas a equipe adversária foi competente. Em momento algum passamos por dificuldades na partida e não fomos atacados. Eles tiveram posse de bola, mas não criaram. Acho que tudo é questão de tempo. As pessoas têm que ter a consciência da situação que estamos, da montagem da equipe, da situação que estamos. Do primeiro tempo que fizemos, buscamos o resultado. Fizemos alterações no segundo tempo para manter o que construímos. Não fizemos alterações para guardar o resultado, queríamos mais, mas a equipe adversária foi competente. Em momento algum passamos por dificuldades na partida e não fomos atacados. Eles tiveram posse de bola, mas não criaram. Acho que tudo é questão de tempo.”

O treinador também comentou sobre o volume ofensivo produzido pelo time diante do Equador:

“Tínhamos a intenção de trabalhar com um homem um pouco mais fixo. Com a lesão do Pedro, mudamos de ideia e trabalhamos sem um homem de referência. Isso para mim dificulta um pouco. Temos jogadores de muito bom nível e importantes. Atacamos a linha adversária, principalmente na primeira etapa. Fizemos movimentos combinados entre meias e pontas dos dois lados, tivemos uma boa aproximação, Rodrygo estava tendo espaços interessantes atrás da linha de marcação deles entre os volantes. Ele se projetava de maneira interessante, faltou um detalhe ou outro, acreditar nessas aproximações, linha de passe, infiltrações finais. Isso demanda tempo, é moroso, a equipe está evoluindo e ajustes não acontecem do dia para a noite. É natural que não sustentem os 90 minutos, mas estamos buscando caminhos a passos que estão melhorando a cada momento. Para nós, é visível, mas nem sempre agrade de uma forma total.”

Vini Jr. abaixo do esperado?

“Primeiro, é como nós queremos ver a condição de um atleta que produza a todo momento da forma que faz no clube. Temos ciclos no clube, momentos em que Rodrygo vai ser destaque por um mês. Depois o Vini entra nesta condição. Estamos em começo de temporada, não tivemos um volume físico dos equatorianos ao longo dos 90 minutos. Eles quase não saíram de trás e depois tinham uma reserva maior. Tentamos igualar neste sentido. É a mesma expectativa gerada no Neymar, de que tenha que ser a solução dos problemas. Se soubermos dividir isso para a Seleção ser mais equilibrada, ele poderá fazer uma diferença muito grande. É um processo de mudança que temos que respeitar as etapas. Às vezes, esses processos serão morosos. Demanda tempo e paciência, que não temos no nosso país. Peço calma ao torcedor. Temos jogadores de altíssimo nível que jogam nos maiores clubes do futebol europeu e do Brasil. Não tenho receio em afirmar que em dois anos seremos uma Seleção agressiva. Estamos em processo de recuperação e temos que ter calma e paciência.”


O Brasil volta a campo na próxima terça-feira (10), quando enfrenta o Paraguai em Assunção, capital paraguaia, novamente pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

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Eduardo Alves

Eduardo Alves

Jornalista, 20 anos.

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