Dorival Júnior assinou, nesta terça-feira (01), a rescisão de contrato com a CBF, encerrando oficialmente sua passagem pela Seleção Brasileira. O técnico, que tinha vínculo com a entidade até a Copa do Mundo de 2026, está agora livre no mercado caso queira assumir alguma equipe.
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Ambas as partes chegaram a um acordo sobre o pagamento da multa contratual, bem como dos encargos trabalhistas relacionados aos vínculos em carteira de trabalho. Com a rescisão, Dorival e sua comissão técnica deixam de receber os 16 meses de salários restantes no contrato.
Também deixaram a Seleção junto com o treinador os auxiliares Lucas Silvestre e Pedro Sotero, o preparador físico Celso Rezende e o supervisor Sérgio Dimas. A decisão pela demissão foi divulgada pelo presidente Ednaldo Rodrigues na última sexta-feira (28), após reunião na sede da CBF, no Rio de Janeiro.
Dorival Júnior foi anunciado como treinador do Brasil no dia 10 de janeiro de 2024. A passagem de pouco mais de 14 meses contou com 16 partidas, sete vitórias, sete empates e duas derrotas, com 25 gols marcados e 17 sofridos. No período, o treinador convocou 58 jogadores, 19 estreantes e sofreu com 21 cortes.
O período de Dorival Júnior à frente da Seleção Canarinha não durou o que era esperado. Ele foi anunciado como treinador do Brasil no dia 10 de janeiro de 2024 e acumulou sete vitórias, sete empates e duas derrotas, com 25 gols marcados em 16 jogos disputados. Dorival convocou 58 jogadores, sendo 19 estreantes, e sofreu com 21 cortes.
O Brasil retorna às eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2026 em junho, com uma visita ao Equador e um jogo em casa contra o Paraguai. A CBF garante que terá um novo técnico definido até meados de maio, com Carlo Ancelotti como um sonho de consumo, mas vê Jorge Jesus como uma opção cada vez mais viável e favorita para o cargo.
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