O Club América, tradicional equipe do futebol mexicano, iniciou uma reformulação profunda em seu elenco para a temporada 2026, após o fim de uma dinastia de títulos e com o objetivo de retomar protagonismo na Liga MX e nas competições continentais. Em um movimento explícito de renovação, o clube aposta em reforços brasileiros para reforçar o meio-campo e liderar o novo projeto sob o comando do técnico André Jardine.
Acompanhe o BTB Sports Twitter, Instagram, Youtube e Threads.
Nos últimos meses, o América encerrou um ciclo vitorioso que incluiu uma sequência de conquistas nacionais e boa participação sob o comando de Jardine. Contudo, as saídas de jogadores fundamentais marcaram o início da transição: o atacante Rodrigo Aguirre deixou o clube rumo ao Tigres, o zagueiro Igor Lichnovsky acertou com o Karagümrük, da Turquia, e o meia espanhol Álvaro Fidalgo foi negociado com o Real Betis, da Espanha.
Para preencher as lacunas e fortalecer o meio-campo, a diretoria do América voltou os olhos para o mercado brasileiro. A primeira grande contratação foi o experiente meia Raphael Veiga, ex-Palmeiras, que chegou por empréstimo até o final da temporada com opção de compra. Veiga, ídolo recente do Verdão e reconhecido por sua visão de jogo e capacidade de finalização, se despediu emocionado do clube paulista nas redes sociais, exaltando o vínculo com a torcida e sua trajetória no clube paulista antes de embarcar para o México.

Na sequência, o América confirmou a chegada de Lima, meio-campista de 29 anos emprestado pelo Fluminense também com opção de compra. No tricolor carioca, Lima atuou em 168 jogos, marcou 16 gols e se destacou por sua versatilidade, entrando tanto na criação quanto na articulação ofensiva da equipe. No novo clube, ele encontrará Jardine novamente, treinador que já o dirigiu nas categorias de base, e terá a missão de contribuir para tornar o meio-campo mais dinâmico e criativo.
Com as contratações brasileiras, o América soma agora três reforços que se juntam ao volante Rodrigo Dourado, também brasileiro e ex-Internacional. A estratégia do clube é clara: renovar sua espinha dorsal com atletas experientes e capazes de elevar o nível coletivo, em busca de romper a fase de instabilidade e voltar a disputar títulos no cenário mexicano e internacional.
A expectativa é de que essa reformulação permita ao América do México recuperar protagonismo no Clausura 2026 e na Liga dos Campeões da Concacaf, onde o clube ainda busca seu primeiro título na era Jardine, apostando na mistura de experiência e qualidade técnica trazida pelos brasileiros.
O que você achou da aposta do América-MEX em Raphael Veiga e Lima? Vai dar certo?
Leia mais: Matheus Mendes brilha na Luz e é o melhor em campo apesar da derrota do Alverca


0 Comentários