“Cada colaborador ou atleta deve ter autonomia sobre sua própria aparência”, diz CBF após polêmica com cabelo rosa de Yan Couto

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Yan Couto, CBF
Vitor Silva / CBF

Após à polêmica gerada pelas declarações do lateral da Seleção, Yan Couto, em entrevista ao UOL, sobre a solicitação da CBF para não usar cabelo rosa durante seus jogos pelo Brasil, a entidade emitiu uma nota oficial nesta sexta-feira (14).

O compromisso da CBF é com o bom futebol e as melhores práticas de gestão. Cada colaborador ou atleta deve ter autonomia sobre sua própria aparência, credo, orientação sexual e expressão de gênero.

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Ainda hoje, uma cartilha de códigos éticos foi revelada. Divulgada pelo UOL, o documento traz orientações para que os jogadores transmitam uma imagem mais séria, além de recomendações para evitar o uso de brincos chamativos e colares extravagantes. Confira a lista:

  • Tomar o cuidado de passar uma imagem de seriedade.
  • Evitar utilizar brincos chamativos.
  • Não utilizar colares extravagantes.
  • Utilizar as redes sociais de forma sóbria e com discrição, sem brincadeirinhas.
  • Utilização do celular na mesa de jantar apenas após terminar a refeição.
  • Evitar chegar ao estádio com fones ou ouvindo música alta.
  • Evitar que os atletas apareçam em vídeos oficiais ouvindo música e brincando no vestiário.
  • Se atentar e respeitar os horários.
  • Não atrasar a saída do ônibus.
  • Não comer nada fora do plano nutricional no quarto.

Ainda na nota, a entidade também afirma que “desde o início da atual gestão, a CBF tem como uma das prioridades a luta contra o racismo e qualquer tipo de preconceito no futebol.”

Confira a nota

“A CBF reafirma seu compromisso com a liberdade, a pluralidade, o direito à autoexpressão e livre construção da personalidade de cada indivíduo que trabalhe na entidade ou defenda a Seleção Brasileira. Para a entidade, o desempenho do colaborador fala por si só.

O compromisso da CBF é com o bom futebol e as melhores práticas de gestão. Cada colaborador ou atleta deve ter autonomia sobre sua própria aparência, credo, orientação sexual e expressão de gênero.

Desde o início da atual gestão, a CBF tem como uma das prioridades a luta contra o racismo e qualquer tipo de preconceito no futebol. A entidade é parceira do Observatório da Discriminação Racial no Futebol e do coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+, e está sempre aberta a novas iniciativas para que o futebol brasileiro se torne um espaço mais inclusivo e livre de preconceitos.”

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Gabriel Pieroni

Gabriel Pieroni

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