A Polícia, através da Delegacia de Defraudações investiga uma possível tentativa de fraude na Recuperação Judicial do Vasco. O caso envolve o ex-jogador Max, que as autoridades buscam apurar se pleiteou crédito não consolidado. De acordo com informações do ‘ge‘, Alan Belanciano, dirigente da Vasco SAF, recebeu intimação e Pedrinho poderá ser intimado em breve a prestar esclarecimentos.
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Em abril, o Vasco impugnou, na justiça, o valor que Max solicitava, uma vez que identificou um salto anormal no valor da dívida. Ainda de acordo com a notícia, o valor teria pulado de R$2,5 milhões para mais de R$8 milhões. Atualmente, o ex-jogador, que se tornou treinador e está iniciando sua carreira no cargo, já prestou esclarecimentos.
Alan Belanciano, à época que o ex-atleta ingressou com a ação, em 2016, era quem fazia a representação jurídica dele. Em seguida, no entanto, ele repassou a defesa para outro advogado, que também está sob investigação — Moisés Gleicher.
Agora, a Polícia tenta esclarecer se Belanciano fez manobra para continuar no caso ou manteve alguma participação. Além disso, quando o Vasco esclareceu sobre os valores, ele já atuava na diretoria cruzmaltina.
O diretor alega que o racha ocorrido no grupo político de Pedrinho é o motivador da movimentação de contestação do valor, uma vez que os advogados do Vasco atestaram o valor de cerca de R$8 milhões. Além disso, segundo o ‘ge‘, ele declarou que deixou de defender Max ainda em 2017, quando fez parte do grupo político de Júlio Brant, que se elegeu naquele pleito. Brant, no entanto, não chegou a assumir após derrota no conselho vascaíno, que elegeu Alexandre Campello.
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