Os muros do Espaço Lonier, centro de treinamento do Botafogo, foram pichados na noite desta quinta-feira (22) com mensagens de protesto direcionadas a John Textor, proprietário da SAF alvinegra. A ação chamou atenção pela cobrança direta em um momento delicado nos bastidores do clube.
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As pichações apareceram em pontos visíveis do muro do CT e continham frases de tom ofensivo e de cobrança ao empresário norte-americano. A principal mensagem registrada foi “Cadê o dinheiro?”, refletindo a insatisfação de parte da torcida com a atual situação financeira do Botafogo.
O protesto acontece em meio ao início da temporada de 2026, período marcado por dificuldades financeiras, indefinições internas e pressão por investimentos. O clube vive um cenário de incerteza envolvendo a SAF, o que tem gerado desgaste fora de campo
Nos últimos meses, na relação entre parte da torcida e a gestão da SAF, tem acontecido diversas cobranças públicas. A expectativa por reforços, regularização de pendências financeiras e maior clareza sobre o planejamento esportivo aumentou a pressão sobre John Textor.
Até o momento, no entanto, não há informações sobre a identificação dos responsáveis pelas pichações nem sobre medidas adotadas após o ocorrido. Além disso, o Botafogo também não se pronunciou oficialmente sobre o protesto registrado no Espaço Lonier.
O episódio, portanto, reforça o momento de instabilidade vivido pelo Botafogo fora de campo e evidencia o clima de cobrança em torno da SAF neste início de temporada, considerado decisivo para os rumos do clube em 2026.
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